Existem várias técnicas e formas de se dominar uma pessoa ou grupo. Cada Dominante tem o seu método próprio e/ou estilo para conduzir alguém, adquirido através de estudos e experiências ou porque lhe é intrínseco.
Para tanto é fundamental conhecer a pessoa que se pretende submeter. Fazer uma leitura detalhada para compreender seu comportamento, seus pensamentos, suas reações em todas e quaisquer situações como de alegria, impacto, tristeza, euforia, medo, susto, prazer, etc .
Os tipos, técnicas ou formas diferentes de dominação variam entre Dominadores e do conhecimento de cada um. Submissas igualmente são como riscas de zebras ou digitais, onde não há similaridade. Portanto a forma de dominar dependerá da maneira de ser de cada submissa (o). As relações D/s consistem em conhecimento, confiança e entrega, quanto à aplicação das técnicas, podem ser modificadas dentro da própria relação ou períodos posteriores, tudo dependerá do estimulo e da resposta de cada.
Algumas teorias que abordam o tema pelos seguintes aspectos;
CONDIGNO - Impõe conseqüência desagradável ou dolorosa pela não sujeição. Obtém a sujeição de outra parte pela potencial capacidade de lhe impor uma conseqüência consideravelmente desagradável ou dolorosa pela não sujeição é o poder gerado pela recompensa negativa advinda do ato não conforme ao esperado.
COMPENSATÓRIO - Poder compensatório ao contrário do anterior, obtém a sujeição a partir de uma recompensa positiva ao ato conforme o esperado. A recompensa é a forma mais comum de expressão desse poder.
CONDICIONADO – Treino, adestramento, persuasão, educação, compromisso voluntário, consegue submeter a pessoa à vontade alheia, ou seja, do Dominante.
E algumas formas de dominação utilizadas por Dominantes podem ser aplicadas através da:
- Condução dos pensamentos e sentimentos - induzir a(o) submissa(o) a pensar e desejar o que o Dominante quer e deseja.
- Afetividade - dominante que se utiliza de expressões que tangem amor, paixão... A sujeição vem através da idéia de estreitamento de laços, de união.
- Instigando a Sexualidade – incitar a libido da pessoa dominada.
- Depreciação e Humilhação - Castigos corporais, insultos ou difamações orais como rebaixamento moral, inferiorização, diminuição, críticas simples e contínuas seguido do propósito de “corrigir” ou de tornar o bottom uma “pessoa melhor”.
- Estímulo positivo do ego - elogiando atos, pensamentos, comportamentos. Aos poucos a pessoa cria dependência desse tipo de estimulo
- Carisma - o extraordinário, reconhecimento da personalidade possuidora de poderes sobrenaturais ou, ao menos, extra quotidianos e não acessíveis a qualquer pessoa. Status social dentro de uma classe. Revelações, reverência pelo herói.
- Indução Comportamental e de Postura - feminilidade, masculinidade, espelhando a um modelo pré-concebido ou já existente. Adquirir comportamento adequado.
- Neurolinguística - >> concluir >>> conduz a obter visão positiva sobre si mesma / instiga capacidades de ação / ........
Continua...
9.23.2009
Tipos de DP – Dominação Psicológica
Existem várias técnicas e formas de se dominar uma pessoa ou grupo. Cada Dominante tem o seu método próprio e/ou estilo para conduzir alguém, adquirido através de estudos e experiências ou porque lhe é intrínseco.
Para tanto é fundamental conhecer a pessoa que se pretende submeter. Fazer uma leitura detalhada para compreender seu comportamento, seus pensamentos, suas reações em todas e quaisquer situações como de alegria, impacto, tristeza, euforia, medo, susto, prazer, etc .
Os tipos, técnicas ou formas diferentes de dominação variam entre Dominadores e do conhecimento de cada um. Submissas igualmente são como riscas de zebras ou digitais, onde não há similaridade. Portanto a forma de dominar dependerá da maneira de ser de cada submissa (o). As relações D/s consistem em conhecimento, confiança e entrega, quanto à aplicação das técnicas, podem ser modificadas dentro da própria relação ou períodos posteriores, tudo dependerá do estimulo e da resposta de cada.
Algumas teorias que abordam o tema pelos seguintes aspectos;
CONDIGNO - Impõe conseqüência desagradável ou dolorosa pela não sujeição. Obtém a sujeição de outra parte pela potencial capacidade de lhe impor uma conseqüência consideravelmente desagradável ou dolorosa pela não sujeição é o poder gerado pela recompensa negativa advinda do ato não conforme ao esperado.
COMPENSATÓRIO - Poder compensatório ao contrário do anterior, obtém a sujeição a partir de uma recompensa positiva ao ato conforme o esperado. A recompensa é a forma mais comum de expressão desse poder.
CONDICIONADO – Treino, adestramento, persuasão, educação, compromisso voluntário, consegue submeter a pessoa à vontade alheia, ou seja, do Dominante.
E algumas formas de dominação utilizadas por Dominantes podem ser aplicadas através da:
- Condução dos pensamentos e sentimentos - induzir a(o) submissa(o) a pensar e desejar o que o Dominante quer e deseja.
- Afetividade - dominante que se utiliza de expressões que tangem amor, paixão... A sujeição vem através da idéia de estreitamento de laços, de união.
- Instigando a Sexualidade – incitar a libido da pessoa dominada.
- Depreciação e Humilhação - Castigos corporais, insultos ou difamações orais como rebaixamento moral, inferiorização, diminuição, críticas simples e contínuas seguido do propósito de “corrigir” ou de tornar o bottom uma “pessoa melhor”.
- Estímulo positivo do ego - elogiando atos, pensamentos, comportamentos. Aos poucos a pessoa cria dependência desse tipo de estimulo
- Carisma - o extraordinário, reconhecimento da personalidade possuidora de poderes sobrenaturais ou, ao menos, extra quotidianos e não acessíveis a qualquer pessoa. Status social dentro de uma classe. Revelações, reverência pelo herói.
- Indução Comportamental e de Postura - feminilidade, masculinidade, espelhando a um modelo pré-concebido ou já existente. Adquirir comportamento adequado.
- Neurolinguística - >> concluir >>> conduz a obter visão positiva sobre si mesma / instiga capacidades de ação / ........
Continua...
7.22.2009
preciosidades
Tenho uma diversidade de conhecidos,
pessoas legais
bonitas camaradas e alegres que gosto
muito e me dou bem.
Ao mesmo tempo, sei e considero ter poucas,
sobretudo valiosíssimas, amizades.
Essas são tão imensas em meu coração
quanto a quantidade
de estrelas que enfeitam o céu.
Obrigada,
{Amar Yasmine},
{cadela loura},
{rianah} e
{Vita}
por suas tão carinhosas companhias nessa caminhada.
Vocês e suas amizades, iluminam o meu viver.
7.15.2009
7.09.2009
5.29.2009
a rica fauna do espaço cibernético
4.11.2009
Dúvidas Pascais - Luiz Fernando Veríssimo -
4.09.2009
Utilidade Pública - Saúde
3.21.2009
3.09.2009
Aço e flor
3.08.2009
2.20.2009
Magnífico lugar...
2.12.2009
2.11.2009
meus blogs
caminhando há desejo en estétika .Gosto de cada um deles a sua maneira.
1.11.2009
Amigas do gueto - SOS
Hilda Hist - Rainha careca
1.05.2009
1.04.2009
1.03.2009
1.02.2009
Psiquê -
“Psiquê (Palavra grega que significa tanto alma, como borboleta) era uma jovem tão bela que de todas as partes acorria gente para admirá-la. Passou mesmo a ser objeto de culto, sobrepondo-se a Vênus (Também conhecida como Afrodite, a deusa da beleza e do amor), cujos templos se esvaziaram. A deusa indignou-se com o fato de uma simples mortal receber tantas honras. Pediu a seu filho Eros (Cupido, no panteão romano) , o deus do Amor, que atingisse a jovem com suas flechas, fazendo-a enamorar-se do homem mais desprezível do mundo. Entretanto, ao ver a princesa, o próprio Eros apaixonou-se e, contrariando as ordens da mãe, não lançou suas setas.Enquanto as irmãs de Psiquê casaram-se com reis, a jovem mortal, cobiçada por um deus, permaneceu só. Apreensivo, seu pai consultou o oráculo de Apólo. Este aconselhou o soberano a levar a filha, vestida em trajes nupciais, até o alto de uma colina. Lá, uma serpente iria tomá-la como esposa. As ordens divinas foram executadas e, enquanto a jovem esperava que se consumasse seu destino, surgiu Zéfiro(Na mitologia grega, é o vento do Oeste). O doce vento transportou-a até uma planície florida, às margens de um regato. Esgotada por tantas emoções, Psiquê dormiu. Quando acordou, estava no jardim de um palácio de ouro e mármore. Ouviu, então uma voz que a convidava a entrar. À noite, oculto pela escuridão, Eros amou-a. Recomendou-lhe, insistentemente, que jamais tentasse vê-lo. Durante algum tempo, apesar de não conhecer o amado, Psiquê sentia-se a mais feliz das mulheres. Saudosa de suas irmãs, pediu ao marido para vê-las. Zéfiro encarregou-se de levá-las ao palácio. Invejosas da riqueza e felicidade de Psiquê, as jovens insinuaram a dúvida em seu coração. Declararam que o homem que ela desconhecia devia ser o monstro previsto pelo oráculo. Aconselharam-na, então, a preparar uma lâmpada e uma faca afiada: com a primeira, veria o rosto do marido; com a segunda, poderia matá-lo, se fosse mesmo o monstro. À noite, enquanto Eros dormia, Psiquê apanhou a lâmpada e iluminou-lhe o rosto. Viu, então, o mais belo jovem que já existira. Emocionada com a descoberta, deixou cair uma gota do óleo da lâmpada no ombro do deus. Este despertou sobressaltado e foi embora, para não mais voltar. Afastando-se, disse-lhe em tom de censura: “O amor não pode viver sem confiança”.Cheia de dor, a jovem pôs-se a errar pelo mundo, implorando o auxílio das divindades. Entretanto, como não quisessem desagradar a Vênus, nenhuma delas a acolheu. Psiquê resolveu dirigir-se à própria Vênus. A deusa encerrou-a em seu palácio e impôs-lhe os mais rudes e humilhantes trabalhos: separar grãos misturados; cortar a lã de carneiros selvagens; buscar um frasco com a água negra do rio Estige. Na primeira tarefa, Psiquê foi ajudada pelas formigas. Na segunda, os caniços da beira de um regato sugeriram-lhe que recolhesse os fios de lã deixados pelos carneiros nos arbustos espinhosos. E, na terceira, uma águia tirou-lhe o frasco da mão, voou até a nascente do Estinge e trouxe-lhe o líquido negro. Finalmente, Vênus incumbiu-a de ir aos Infernos para obter um pouco da beleza de Prosérpina. Uma torre descreveu-lhe o itinerário para o reino das sombras. Orientou-a também para pagar o óbolo ao barqueiro Caronte e abrandar a ferocidade d cão Cérbero, oferecendo-lhe um bolo.Bem sucedida na prova, Psiquê voltava com a caixa contendo a beleza, quando resolveu abri-la. Imediatamente foi tomada de um profundo sono. Eros, que a procurava, acordou-a, picando-a com a ponta de uma flecha. Em seguida, o deus do amor dirigiu-se ao Olimpo e pediu a Júpiter para esposar a mortal. Foi atendido, mas antes, era preciso que Psiquê recebesse o privilégio da imortalidade. O próprio Júpiter ofereceu ambrosia à jovem, tornando-a imortal. O casamento celebrou-se solenemente entre os deuses. Da união de Eros e Psiquê nasceu aVolúpia.”
























































